Portal SET
Portuguese English French Spanish
Erro
  • JUser: :_load: Não foi possível carregar usuário com ID: 102

Projeto de edifícios de alvenaria estrutural

projeto de edifcio de alvenaria estrutural


Autores: Marcio Antonio Ramalho
               Márcio Roberto Silva Corrêa
Ano: 2008
Editora: Pini
Número de páginas: 174
ISBN: 85-7266-147-6
Formato: 21cm x 28cm
Peso: 537 gramas
Como adquirir: Loja Pini 
                                                                                                                             

Apresentação

O presente texto compreende uma atual e ampla cobertura dos vários aspectos do projeto estrutural e reflete o estado da arte do projeto e prática de alvenaria no Brasil.
Uma vez que os princípios do projeto da alvenaria são universais, grande parte do material apresentado é igualmente aplicável à construção em alvenaria em outros países.
O livro é relevante não apenas para alunos, como também para pesquisadores e engenheiros projetistas, e vem se juntar ao relativamente reduzido número de textos amplos sobre projeto de alvenaria disponíveis na literatura mundial.


Sumário

PREFÁCIO
NOTA DO PATROCINADOR

1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS
1.1 CONCEITO ESTRUTURAL BÁSICO
1.2 ASPECTOS HISTÓRICOS E DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA
1.2.1 PIRÂMIDES DE GUIZÉ
1.2.2 FAROL DE ALEXANDRIA
1.2.3 COLISEO
1.2.4 CATEDRAL DE REIMS
1.2.5 EDIFÍCIOS MONADNOCK
1.2.6 ALVENARIA NÃO-ARMADA NA SUÍÇA
1.2.7 HOTEL EXCALIBUR EM LAS VEGAS
1.2.8 PRIMEIROS EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS NO BRASIL
1.2.9 SITUAÇÃO ATUAL NO BRASIL
1.3 COMPONENTES DA ALVENARIA ESTRUTURAL
1.3.1 UNIDADE
1.3.2 ARGAMASSA
1.3.3 GRAUTE
1.3.4 ARMADURAS
1.4 ASPECTOS TÉCNICOS E ECONÔMICOS
1.4.1 PRINCIPAIS PARÂMETROS A SEREM CONSIDERADOS PARA A ADOÇÃO DO SISTEMA
1.4.2 PRINCIPAIS PONTOS POSITIVOS DO SISTEMA
1.4.3 PRINCIPAIS PONTOS NEGATIVOS DO SISTEMA
1.5 CONCLUSÃO

2 PRINCIPAIS ASPECTOS QUANTO À MODULAÇÃO 
2.1 CONCEITOS BÁSICOS
2.2 IMPORTÂNCIA DA MODULAÇÃO
2.3 BLOCOS USUALMENTE UTILIZADOS
2.4 ESCOLHA DA MODULAÇÃO A SER UTILIZADA
2.5 MODULAÇÃO HORIZONTAL - PRINCIPAIS DETALHES
2.6 SOLUÇÕES RECOMENDADAS PARA CANTOS E BORDAS
2.6.1 MÓDULO E LARGURA IGUAIS
2.6.2 LARGURA MENOR QUE O MÓDULO
2.7 MODULAÇÃO VERTICAL - PRINCIPAIS DETALHES
2.8 CONCLUSÃO

3 ANÁLISE ESTRUTURAL PARA CARGAS VERTICAIS
3.1 PRINCIPAIS SISTEMAS ESTRUTURAIS
3.1.1 PAREDES TRANSVERSAIS
3.1.2 PAREDES CELULARES
3.1.3 SISTEMA COMPLEXO
3.2 CARREGAMENTO VERTICAL
3.2.1 CARGAS PROVENIENTES DAS LAJES
3.2.2 PESO PRÓPRIO DAS PAREDES
3.3 INTERAÇÃO DE PAREDES
3.4 IMPORTÂNCIA DA UNIFORMIZAÇÃO DAS CARGAS
3.5 INFLUÊNCIA DO PROCESSO CONSTRUTIVO
3.6 PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO
3.6.1 PAREDES ISOLADAS
3.6.2 GRUPOS ISOLADOS DE PAREDES
3.6.3 GRUPOS DE PAREDES COM INTERAÇÃO
3.6.4 MODELAGEM TRIDIMENSIONAL EM ELEMENTOS FINITOS
3.7 EXEMPLOS DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGAS VERTICAIS
3.7.1 EXEMPLO 1
3.7.2 EXEMPLo 2
3.8 VERIFICAÇÃO DE DANO ACIDENTAL
3.9 CONCLUSÃO

4 ANÁLISE ESTRUTURA PARA AÇÕES HORIZONTAIS
4.1 CONCEITOS BÁSICOS
4.2 AÇÕES HORIZONTAIS A SEREM CONSIDERADAS
4.2.1 AÇÃO DOS VENTOS
4.2.2 DESAPRUMO
4.2.3 SISMOS
4.3 CONSIDERAÇÃO DE ABAS EM PAINÉIS DE CONTRAVENTAMENTO
4.4 DISTRIBUIÇÃO DE AÇÕES PARA CONTRAVENTAMENTOS SIMÉTRICOS
4.4.1 PAREDES ISOLADAS
4.4.2 PAREDES COM ABERTURAS
4.5 DISTRIBUIÇÃO DE AÇÕES PARA CONTRAVENTAMENTOS ASSIMÉTRICOS
4.5.1 PAREDES ISOLADAS
4.5.2 PAREDES COM ABERTURAS
4.6 CONSIDERAÇÃO DE TRECHOS RÍGIDOS PARA OS LINTELS
4.7 EXEMPLOS DE MODELOS PARA EDIFICIOS SOB AÇÕES HORIZONTAIS
4.7.1 EXEMPLO 1
4.7.1.1 DESLOCAMENTOS HORIZONTAIS
4.7.1.2 MOMENTOS FLETORES
4.7.1.3 ESFORÇOS NORMAIS
4.7.1.4 TENSÕES NORMAIS
4.7.1.5 VERIFICAÇÃO DOS LINTÉIS À FLEXÃO E AO CISALHAMENTO
4.7.2 EXEMPLO 2
4.7.2.1 DESLOCAMENTOS HORIZONTAIS
4.7.2.2 MOMENTOS FLETORES
4.7.2.3 ESFORÇOS NORMAIS
4.7.2.4 TENSÕES NORMAIS
4.7.2.5 VERIFICAÇÃO DOS LINTÉIS À FLEXÃO E AO CISALHAMENTO
4.7.3 CONCLUSÕES GERAIS PARA OS EXEMPLOS
4.8 ESTABILIDADE GLOBAL DA ESTRUTURA DE CONTRAVENTAMENTO
4.8.1 CONCEITOS BÁSICOS
4.8.2 CLASSIFICAÇÃO DAS ESTRUTURAS DE CONTRAVENTAMENTO
4.8.3 AVALIAÇÃO DOS ACRESCIMOS DE SEGUNDA ORDEM
4.8.4 DESLOCABILIDADE DAS ESTRUTURAS POR PROCESSOS SIMPLIFICADOS
4.8.4.1 PARÂMETRO a
4.8.4.2 PARÂMETRO gz
4.9 CONCLUSÃO

5 PRINCIPAIS PARÂMETROS PARA O DIMENSIONAMENTO DE ELEMENTOS
5.1 TENSÕES ADMISSÍVEIS E ESTADOS LIMITES
5.2 RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DA ALVENARIA
5.2.1 INFLUÊNCIA DOS COMPONENTES NA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO
5.2.1.1 BLOCOS
5.2.1.2 ARGAMASSA
5.2.1.3 GRAUTE
5.2.1.4 ARMADURAS
5.2.2 AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO DAS PAREDES
5.2.2.1 ESTIMATIVA ATRAVÉS DA RESISTÊNCIA DE PRISMAS
5.2.2.2 ESTIMATIVA. ATRAVÉS DOS COMPONENTES
5.2.2.3 MODELOS TEÓRICOS DE RUPTURA
5.3 CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS PARA ELEMENTOS DE ALVENARIA
5.3.1 ESPESSURA EFETIVA PARA PILARES E PAREDES PORTANTES
5.3.2 ALTURA EFETIVA
5.3.3 ESBELTEZ
5.3.4 COMPRIMENTO EFETIVEM PAINÉIS DE CONTRAVENTAMENTO
5.3.5 TRECHOS RÍGIDOS PARA LINTÉIS
5.4 PARÂMETROS DE RESISTÊNCIA PARA ALVENARIA
5.4.1 PARÂMETROS DA NBR 10837
5.4.2 PARÂMETROS DA BS 5628
5.5 PARÂMETROS ELASTICOS PARA ALVENARIA

6 DIMENSIONAMENTO DE ELEMENTOS
6.1 INTRODUÇÃO
6.2 COMPRESSÃO SIMPLES
6.2.1 TENSÃO ATUANTE
6.2.2 COMPARAÇÃO DE DIMENSIONAMENTOS
6.3 FLEXÃO SIMPLES
6.3.1 DIFERENÇAS CONCEITUAIS ENTRE A NBR 10837 E A BS 5628
6.3.2 HIPÓTESES BASICAS DA NBR 10837
6.3.3 EQUACIONAMENTO BÁSICO
6.3.4 DIMENSIONAMENTO BALANCEADO
6.3.5 DIMENSIONAMENTO SUBARMADO
6.3.6 DIMENSIONAMENTO SUPERARMADO
6.3.7 DIMENSIONAMENTO COM ARMADURA DUPLA
6.4 CISALHAMENTO
6.4.1 TENSÕES ATUANTES
6.4.2 DIMENSIONAMENTO COM OU SEM ARMADURAS
6.4.3 CÁLCULO DA AREA E DISPOSIÇÃO DAs ARMADURAS PARA O CISALHAMENTO
6.5 FLEXÃO COMPOSTA
6.5.1 SOLICITAÇÕES COMBINADAS SEGUNDO A NBR 10837
6.5.2 EQUACIONAMENTO BÁSICO
6.5.3 PROCEDIMENTO SIMPLIFICADO

7 EXEMPLOS DE APLICAÇÃO 
7.1 INTRODUÇÃO
7.2 EXEMPLOS DE COMPRESSÃO SIMPLES
7.2.1 EXEMPLO 1
7.2.2 EXEMPLO 2
7.2.3 EXEMPLO 3
7.3 EXEMPLOS DE FLEXÃO SIMPLES
7.3.1 EXEMPLO 1
SOLUÇÃO COM O AUXÍLIO DE TABELAS 
7.3.2 EXEMPLO 2
7.3.3 EXEMPLO 3
7.4 EXEMPLOS DE FLEXÃO SIMPLES
7.4.1 EXEMPLO 1
7.4.2 EXEMPLO 2
7.5 EXEMPLOS DE CISALHAMENTO
7.5.1 EXEMPLO 1
7.5.2 EXEMPLO 2

8 EXEMPLO DE EDIFÍCIO DE PORTE MÉDIO 
8.1 CARACTERÍSTICAS DO EDIFÍCIO
8.2 CARGAS VERTICAIS
8.3 DISTRIBUIÇÃO DAS CARGAS VERTICAIS
8.4 AÇÕES HORIZONTAIS
8.4.1 AÇÕES DEVIDAS AO VENTO
8.4.2 AÇÕES CORRESPONDENTES AO DESAPRUMO
8.5 DISTRIBUIÇÃO DAS AÇÕES HORIZONTAIS
8.6 DIMENSIONAMENTO DAS PAREDES
8.7 DIMENSIONAMENTO DAS VERGAS
8.8 ESTABILIDADE GLOBAL DA ESTRUTURA DE CONTRAVENTAMENTO
8.9 CONCLUSÃO

ANEXOS -TABELAS DE FLEXÃO
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.